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Chorar ou sorrir?


Em uma certa manhã, uma mulher acordou após a quimioterapia, olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça.

E ela disse:
- Bom, acho que vou trançar meus cabelos hoje.
Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.

No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça.
- Hummm (ela disse), acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje.
Assim ela fez e teve um dia magnífico.

No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça.
Ela pensou, pensou e disse:

- Bem, hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo.
Assim ela fez e teve um dia muito divertido.

No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça.
- Yeeesss… (ela exclamou), hoje não tenho que pentear meu cabelo.

Moral:
Se a vida te der 10 motivos para chorar, dê a ela 11 para sorrir. E ai, você vai sorrir ou chorar?



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O perdão

No interior da Inglaterra, existia um casal que morava em uma pequena cidade.
Esse casal tinha um único filho chamado John; John não se dava muito bem com seus pais, principalmente com o pai, ele era um rapaz muito rebelde. Sempre que podia reclamava para sua mãe:
- Esse homem não me permite fazer nada, até pareço seu escravo, ele só me faz trabalhar, não posso nem se quer ir a cidade para ver meus amigos.
John ficou mais velho, e as brigas com seu pai foram ficando piores e mais constantes , e John resolveu sair de casa.
A mãe insistiu:
- Meu filho não vá, vocês vão esquecer essa briga, ela é passageira.
John virou-se para sua mãe e disse:
- Vocês não me amam, vou embora daqui.

John foi para a cidade grande e devido ao trabalho com seu pai, ele conseguiu arrumar um emprego porque sabia uma profissão e assim teve como se sustentar.
Muitos anos se passaram e John casou com uma linda moça. E anos depois teve seu primeiro filho.
Num determinado dia, sua esposa lhe disse que gostaria que os pais dele conhecesse seu filho.
John pensou um pouco e disse:
- Não, meus pais não. Eles não me amam, e não vão querer conhecer nosso filho.
E muitos anos se passaram, eles já devem estar mortos.

Dois anos depois John teve outro filho e quando as crianças estavam brincando o mais velho se aproximou e lhe fez uma pergunta que cortou seu coração:
- Papai, nós só conhecemos o vovô e a vovó, os pais da mamãe.
O senhor não tem papai nem mamãe como nós ?
Naquele instante John resolveu rever seus pais, tentar uma reaproximação.
E antes decidiu escrever uma carta aos pais que dizia:
- Oi. Aqui é o John, eu me casei e tive dois filhos. Eles querem conhecer vocês; não sei se depois desses longos anos vocês me perdoaram. Não sei se vão querer me ver, mas irei visitar vocês com minha família. Se me perdoaram, coloquem um pano branco onde eu possa ver, porque estarei indo de trem, e ele passa bem em frente a casa de vocês e só assim saberei se posso voltar ou não.

John e sua esposa fizeram todos os preparativos, arrumou as malas e as crianças, pegou o trem, mas estava muito nervoso.
- Será que eles receberam a carta? Será que me perdoaram? Será que estão vivos?
Ele não parava de andar de um lado para o outro no trem. E quando chegaram numa estação anterior a de seu destino, John não conseguia mais se conter, ele suava frio. O trem saiu e John grudado na janela, como a uma criança não via a hora de chegar a sua antiga casa.

O trem entrou em uma curva e John sabia que depois daquela curva ele conseguiria ver a casa de seus pais.
- Após esta curva conseguiremos ver a casa do vovô e da vovó, disse John.
O trem terminou a curva e John e sua família pôde ver a casa. Ela estava cheia de lençóis brancos, nas cercas, nas janelas e o mais comovente, um casal de velhinhos acenando com lenços brancos para o trem em sinal do perdão a seu filho.
(Autor Desconhecido)

"Nunca é tarde demais para se pedir perdão e viver o que se é mais precioso: a amizade uns com os outros. Não desperdiçe a sua vida... Perdoe e receba a Liberdade!" (Thiago Shaykovisky)


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Lençõis sujos

Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito tranquilo.
Na primeira manhã na casa, enquanto tomava café, a mulher reparou através da janela que uma vizinha pendurava lençóis no varal.

Que lençois sujos ela está pendurando no varal !!!
Está precisando de um sabão novo...
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido olhou e ficou calado.

Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos!
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar roupas!

E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.

Passado um mês, a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
Veja, ela aprendeu a lavar as roupas! Será que a outra vizinha ensinou??? Porque eu não fiz nada.

O marido calmamente respondeu:
Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela !

E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos.
Antes de criticar, devemos verificar se fizemos alguma coisa para contribuir.
Verificar nossos próprios defeitos e limitações.
Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.

Lave sua vidraça!
Abra sua janela!

Autor Desconhecido


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Reflexão: Um Exemplo para nós

Dois jovens Moravianos do séc XVIII, de 20 anos de idade, ouviram sobre uma ilha no Leste da Índia cujo dono era um Britânico agricultor e ateu, este tinha tomado das florestas da África mais de 2000 pessoas e feito delas seus escravos, essas pessoas iriam viver e morrer sem nunca ouvirem falar de Cristo.

Esses jovens fizeram contato com o dono da ilha e perguntaram se poderiam ir para lá entregar a mensagem da Cruz, a resposta do dono foi imediata: " Nenhum ser chegaria a essa ilha para falar sobre essa coisa sem sentido". Então eles voltaram a orar e fizeram uma nova proposta: "E se fossemos a sua ilha como seus escravos para sempre?", o homem disse que aceitaria, mas não pagaria nem mesmo o transporte deles. Então os jovens usaram o valor de sua própria venda para custear sua viagem.

No dia que estavam no porto se despedindo de suas famílias o choro de todos era intenso, pois sabiam que nunca mais veriam aqueles irmãos tão queridos, quando o navio tomou certa distância eles dois se abraçaram e gritaram suas últimas palavras que foram ouvidas:
"QUE O CORDEIRO QUE FOI IMOLADO RECEBA A RECOMPENSA DO SEU SOFRIMENTO".


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